nov 21
Yahoo negocia AOL com Time Warner
icon1 Revenda de Hospedagem | icon2 Mercado | icon4 11 21st, 2008| icon3Sem comentarios »

O Yahoo continua discussões para comprar a AOL, unidade de negócios de internet da Time Warner, afirmam pessoas familiares com o negócio.

Executivos das duas empresas se encontraram nas últimas semanas e continuam a negociar os termos, disseram. A Time Warner concordaria em ceder a AOL em troca de uma participação na combinação das empresas.

O negócio melhoria a posição do Yahoo no mercado de anúncios chamados “display” e adicionaria assinantes para serviços como e-mail e mensagens instântaneas.

As empresas precisariam cortar até 3 mil empregos para o negócio trazer retorno, disse Jeff Lindsay, analista do Sanford C. Bernstein.

“É difícil e de alto risco uma fusão entre empresas de atividades similares mas com culturas muito diferentes”, afirmou.

Ainda há diferenças entre os dois lados e um acordo pode não se materializar, disseram duas outras fontes.

O executivo chefe da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou na quarta-feira que as conversas para adquirir o Yahoo “acabaram”, contribuindo para queda de 21% nos papéis da empresa de internet.

nov 18
CEO do Yahoo! pede demissão
icon1 Revenda de Hospedagem | icon2 Mercado | icon4 11 18th, 2008| icon3Sem comentarios »

O Yahoo! informou que seu CEO, Jerry Yang, deixará o cargo assim que a companhia encontrar alguém para substituí-lo. Yang retornará à sua função focada em estratégia e tecnologia. Ele buscou manter a companhia independente e foi considerado culpado pelo fracasso das negociações com a gigante do software Microsoft.

Diante do anúncio, as ações da empresa logo registraram alta de 4%, demonstrando que o mercado tem esperança de que, com a saída do executivo, o Yahoo! entre em um acordo com a Microsoft.

nov 5

O Google decidiu abandonar o acordo com o Yahoo! para publicidade on-line, para fugir de uma disputa judicial com autoridades de regulamentação de comércio. Em post em seu blog corporativo, a empresa afirma que tomou a decisão porque a parceria poderia gerar “não apenas uma batalha prolongada, mas também estragos nas relações com parceiros importantes”.

Pelo acordo, o Yahoo! iria exibir anúncios comercializados pelo Google em seu sistema de buscas e outros sites. As receitas obtidas seriam dividias entre as empresas.

O Yahoo! esperava obter US$ 800 milhões por ano de faturamento com o negócio –o valor estimado para os primeiros 12 meses era de US$ 250 milhões a US$ 450 milhões.

O objetivo da aliança era reforçar os resultados financeiros do Yahoo!, em meio à batalha com a Microsoft, que fez uma oferta hostil de US$ 45 bilhões para compra da empresa. O Yahoo! recusou a proposta, afirmando ter condições de ficar independente e ser lucrativa.

No início de outubro, o Google anunciou o adiamento do plano de associação com o Yahoo!, anunciado em junho, enquanto durassem as discussões com o Departamento da Justiça dos EUA, encarregado de se pronunciar sobre a conformidade da associação às leis de concorrência. A Associação Nacional dos Anunciantes dos Estados Unidos protestou contra o negócio.

Ontem, a agência Reuters informou que as empresas planejavam reduzir dramaticamente a amplitude do acordo, em uma tentativa de fazer com que o negócio fosse aprovado por entidades reguladoras de comércio.

Pelos novos termos, o período da parceria seria reduzido de dez para dois anos. Além disso, seria alterada, para 25%, a porcentagem do faturamento com as buscas que o Yahoo! poderia obter do Google.

O Google diz estar “desapontado” com o rompimento, mas diz que “não vai permitir que uma longa batalha legal nos distraia de nossa principal missão”.

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