jan 2

A Intel deve apresentar a nova geração de processadores apelidados de “Ivy Bridge” em abril. Esses chips prometem um aumento no desempenho de 37% em relação à geração atual.

As novas CPUs Ivy Bridge usam arquitetura de 22 nanometros, o que os tornam quase 30% menores do que os chips atuais de 32 nanometros. Com o tamanho menor, também há uma redução no consumo de energia (o que é ótimo para baterias) e mais espaço para o chip de gráficos integrado. Há suporte para DirectX 11, Thunderbolt e USB 3.0.

A nova geração terá compatibilidade de legado, ou seja, as placas mãe atuais projetadas para processadores Sandy Bridge serão compatíveis com os novos modelos.

Segundo o DigiTimes, os primeiros processadores Ivy Bridge serão processadores desktop de quatro núcleos: o Core u7-3370 e os Core i5-3570, 3550 e 3450. E, no setor de notebooks, os primeiros também serão da série Core i7: 3920QM, 3820QM e o 3720QM.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/12/30/processadores-intel-ivy-bridge-chegam-ao-mercado-em-abril/

dez 12
Bill Gates de volta à Microsoft?
icon1 Revenda de Hospedagem | icon2 Mercado | icon4 12 12th, 2011| icon3Sem comentarios »

Na última quinta-feira (08/12), uma reportagem da revista Fortune fez a pergunta: “E se Bill Gates voltasse para a Microsoft?”. No texto, o repórter Alex Konrad especula tal movimentação e ainda aponta outros casos parecidos, como a volta do executivo Howard Schultz para a Starbucks; ou mesmo de Michael Dell para a empresa que leva seu nome; ou Steve Jobs para a Apple; ou Larry Page para o Google… a lista é imensa.

Os rumores sobre a volta de Gates são frequentes – a própria reportagem da Fortune aponta que ele já negou uma recolocação na empresa em 2010 e, novamente, em junho deste ano. A presença de Bill Gates de forma mais efetiva, segundo o repórter, seria uma oportunidade de valorização das ações da empresa, que apresentam uma queda frequente desde a entrada de Steve Ballmer. Ao final de 1999, as ações da Microsoft custavam cerca de US$ 60, e bastou Ballmer assumir o posto máximo para que elas passassem a custar cerca de US$ 50. Em 2008, atingiram seu nível mais crítico – abaixo de US$ 20, e se mantêm um pouco acima desse patamar até os dias de hoje.

A história parece interessante e faz sentido? Pois é, mas, na prática, Larry Cohen, chefe do RH da Microsoft, disse que tudo não passa de uma pergunta feita pelo repórter em sua matéria e interpretada como verdade por parte do público. O chefe do RH garantiu para Ina Fried, colunista do site All Things D e jornalista especializada na cobertura da Microsoft durante uma década na Cnet, que nada disso é verdade.

No entanto, Gates nunca se desligou da Microsoft. Ele continua desenvolvendo projetos para a Bill & Melinda Gates Foundation, criada pelo casal para pesquisar e trazer desenvolvimentos para as áreas de saúde, desenvolvimento social e educação.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/bill-gates-de-volta-a-microsoft

out 26

A Visa e a MasterCard, as 2 maiores redes de cartões de crédito do mundo, planejam utilizar os dados que eles têm sobre as compras dos clientes e os usarem para objetivar os anúncios online.

Normalmente, a publicidade na web é baseada no gosto e comportamento das pessoas na internet. Porém, segundo o site do The Wall Street Journal, esses dados não são relacionados à vida pessoal desses consumidores fora da web. A grosso modo, as empresas verão o que você compra e, assim, poderão lançar anúncios para você com produtos semelhantes.

Segundo Susan Grossman, chefe de soluções de mídia da MasterCard Advisors, “há muitos dados por aí, mas não são baseados em transações financeiras atuais. Estamos falando de um nível mais profundo… isso será um mecanismo de objetivação muito mais preciso”.

A Visa pensa igual: a empresa vê muito potencial em usar uma gama de dados pessoais para criar perfis que podem ser usados para ajudar na objetivação dos anúncios online. Isso também representa a possibilidade de usar “informações de redes sociais, de agências de crédito, de mecanismos de busca e até de informações de banco de dados de DNA”.

Ambas as empresas dizem que não coletam nomes e endereços de seus clientes. As 2 também declaram que os planos estão em fase de testes.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/visa_e_mastercard_planejam_usar_dados_de_compras_para_exibir_anuncios_online

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