nov 20

Anunciado pela primeira vez em julho, o Chrome OS foi apresentado oficialmente ontem. Trata-se de um sistema operacional open source leve baseado em Linux, voltado àqueles que passam a maior parte do seu tempo na internet e desenvolvido para netbooks.

Entretanto, o lançamento é, inicialmente, apenas para desenvolvedores e, segundo o Google, o sistema estará aberto para usuários daqui a um ano. Essa antecipação acontece para que o Google se envolva com parceiros, com a comunidade open source e com desenvolvedores.

O Chrome OS inclui o código base do Google, experimentos com interface do usuário e alguns designs iniciais.

De acordo com o Google Blog, todos os aplicativos do serviço serão web, o que vai fazer com que os usuários não tenham que lidar com instalação ou updates de programas.

Em relação à segurança, o Chrome OS roda cada programa de maneira isolada, o que promete dificultar a ação de quaisquer programas mal intencionados. Além disso, a cada boot, ele confere a integridade de seu código-fonte e se identificar algo errado, consegue se “curar” sozinho.

Outro ponto que ganhou atenção especial foi a velocidade. O Google está tirando do sistema todo processo desnecessário, otimizando várias operações. Na prática, isso significa ligar o computador e acessar a internet em segundos. Além disso, a companhia está dando prioridade a hardware que possa proporcionar uma experiência mais rápida com o Chrome OS.

O sistema operacional estará disponível para consumidores no próximo ano. De acordo com o Tecnoblog, não há uma versão beta disponível para download.

Fonte: http://imasters.uol.com.br/noticia/15060/desenvolvimento/projeto_google_chrome_os_e_apresentado_oficialmente/

out 20

Pesquisadores australianos afirmaram que, pela primeira vez, conseguiram provar com rigor matemático que o núcleo principal de um sistema operacional, o kernel, está 100% livre de erros de programação. Ou seja, a parte principal do sistema operacional não terá falhas, travamentos ou ataques que explorem falhas de segurança.

Na prática, o avanço poderá ser usado em computadores que controlam equipamentos de alta confiabilidade, como aparelhagens médicas de exames e cirurgias robotizadas, sistemas aeroespaciais e servidores de informática de missão crítica.

De acordo com o site Inovação Tecnológica, uma regra no mundo do software, não-científica, mas muito citada, é que há 10 bugs para cada mil linhas de código de um programa. Mas nenhum engenheiro ou programador se arriscaria a afirmar que seu sistema é 100% livre de erros. O feito da equipe dos pesquisadores australianos mostra, pela primeira vez, de forma conclusiva, que é possível construir programas de computador totalmente livres de erros.

Com a correção do programa, ele está imune aos tipos mais comuns de ataques, como os chamados buffer overflows, um forma de ataque na qual os hackers tomam controle dos programas injetando pequenas porções de código malicioso.

O usuário comum de computadores vai ter que esperar um pouco antes de poder usufruir do sistema livre de erros. Ele pertence a um sistema operacional do tipo embarcado, que roda em computadores dedicados a tarefas específicas. Mas a nova técnica de verificação poderá ser usada no desenvolvimento de qualquer outro programa, seja um sistema operacional ou outro aplicativo qualquer.

O kernel foi desenvolvido em linguagem C por uma equipe de seis pessoas ao longo de seis anos.

Fonte: http://imasters.uol.com.br/noticia/14685/tecnologia/primeiro_sistema_operacional_100_livre_de_erros_esta_pronto/

set 17

A VMware revelou um software de infra-estrutura que concentra os recursos de hardware, como servidores, armazenamento de dados e rede, em um ambiente de baseado no conceito de computação em nuvem.

Trata-se do Virtual Datacenter Operating System (VDC-OS), lançado durante o VMworld 2008, conferência anual da empresa que acontece nesta semana, em Las Vegas (EUA). O sistema aloca os recursos para aplicações baseadas em cargas de trabalho que estejam sendo usadas em determinado momento. O VDC-OS também entrega um conjunto de serviços de aplicações, como escalabilidade e segurança. Tais ofertas são independentes do sistema operacional, dos frameworks de desenvolvimento ou da arquitetura sobre a qual as aplicações foram construídas para rodar.

Segundo a VMware, o VDC-OS muda a lógica do centro de computação de servidores, de um sistema operacional individual, para um software de infra-estrutura que abrange vários servidores distribuídos. Em essência, a nova tecnologia funciona como o sistema operacional de todo o data center.

Os serviços de aplicação do VDC-OS incluem tolerância a erros, no qual uma aplicação será transferida para uma máquina diferente, durante uma falha de hardware. Esta ação automatizada previne o downtime e elimina a necessidade de servidores em cluster, de acordo com a VMware.

Outras funções são a de recuperação de dados por meio de backup, e segurança com tecnologia de monitoramento das máquinas virtuais para detectar e impedir vírus, rootkits e outros malwares.

Na parte de armazenamento de dados e rede, o VDC-OS provê alocação sob demanda de recursos. No fim do ano, a nova tecnologia vai incorporar capacidades de gerenciamento que incluem mudanças baseadas em política e configuração, com reforço de automação em toda a infra-estrutura de virtualização.

Outros recursos a serem adicionados pela VMware ao produto são planejamento e análise continua, para otimização do tamanho das máquinas virtuais e congregação dos recursos. Estas funções vão complementar os atuais produtos da empresa, que já oferece gerenciamento de ciclo de vida, e para o desenvolvimento de aplicações.

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