ago 2

Enquanto respondia a uma pergunta de uma usuária, Dick Costolo, atual CEO do Twitter , deixou escapar que edita os Trending Topics, que compõem os assuntos mais comentados da rede social. “Os tópicos são algorítmicos, não são escolhidos por nós, mas editamos aqueles com obscenidades, e gostaria de ver aqueles claramente ofensivos de fora também”, escreveu ontem (31/7) Costolo em seu próprio perfil.

De acordo com blog TweetsSmarter, que dedicou um post ao caso, aquilo que o Twitter (ou seu CEO) considera ofensivo e que deve ou não ser retirado do ar está sobre uma linha muito tênue, já que existem perfis na rede social que são dedicados a espalhar material impróprio, e que continuam no ar. Nos Termos de Uso da rede de microblogs, há medidas para combater infrações de marcas e copyrights, à privacidade de terceiros, entre outros tópicos. A veiculação de imagens ou links que levem a conteúdos com pornografia infantil, por exemplo, leva a sanções imediatas e muito severas, que incluem desde suspensão permanente da conta até denúncia às autoridades. Há, inclusive, uma página exclusiva no serviço dedicada a indicar como os usuários devem proceder para denunciar esse tipo de atividade ilegal.

Todavia, conforme escrito na página de regras do serviço, o Twitter regula e remove imagens ou backgrounds que contenham material pornográfico, já que esse tipo de conta se encaixa na categoria de “abuso”, o que pode fazer com que o usuário tenha a conta suspensa. Ao mesmo tempo, a rede de microblog não se responsabiliza e não regula perfis que postem links externos que contenham material impróprio – exemplo disso é que diversos sites adultos possuem páginas na rede social.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/08/01/ceo-do-twitter-admite-que-empresa-censura-os-trending-topics/

jul 8

Cinco grandes provedoras de banda larga dos Estados Unidos passarão a alertar clientes quanto ao compartilhamento ilegal de conteúdo quando este for identificado. Trata-se de um acordo negociado com as principais organizações da indústria do entretenimento.

Os alertas não significam que a conexão será cortada, mas, depois de alguns deles, o usuário será direcionado a uma página e forçado a contatar sua provedora para continuar a navegação. Outras iniciativas poderão surgir pra convencer o internauta a desistir de baixar gratuitamente arquivos protegidos por direito autoral.

Dentre as ações comentadas, a redução da velocidade de banda é uma possibilidade, ou a obrigação de que o internauta revise material educativo sobre propriedade intelectual. Elas, porém, só serão providenciadas depois que cinco avisos forem exibidos, afirmou Cary Sherman, presidente da RIAA – entidade que reúne as maiores gravadoras norte-americanas.

O sistema, porém, não funcionará como especulado anteriormente: três chances, e caso o internauta as desperdice, perde o acesso à Internet. De acordo com Thomas Dailey, vice-presidente da entidade e conselheiro da Verizon, as provedoras não controlarão o tráfego, mas tentarão educar o consumidor para que o compartilhamento ilegal de conteúdo diminua.

Os nomes dos clientes notificados ficarão em sigilo e não serão repassados às empresas proprietárias dos arquivos baixados. Para James Assey, vice-presidente da NCTA – organização que representa os provedores de banda larga – apesar do acordo, o número de envolvidos ainda é pequeno. A maioria das companhias preferiu não fazer parte do pacto.

Além da Verizon, outras quatro assinaram o contrato: AT&T, Comcast, Cablevision System e Time Warner Cable. A principal vantagem, de acordo com Sherman, é que os esforços serão unificados e contêm um componente educativo. “É um acordo histórico”, disse.

Além da RIAA, outras associações estão inseridas na parceria, como a Motion Picture Association of America – de filmes – e a Association of Independent Music – de música independente. Elas, porém, não abandonarão a postura de processar os usuários quando acharem necessário – ação a que a RIAA, por exemplo, recorre frequentemente.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/07/07/provedoras-americanas-alertarao-usuario-que-baixar-conteudo-ilegalmente/

fev 28

Cerca de 150 mil contas do Gmail – e-mail do Google – foram deletadas no último domingo (27/2), por conta de uma falha de sistema. De acordo com o Mashable!, os usuários afetados perceberam o erro quando acessaram o e-mail e se depararam com uma mensagem de boas-vindas, como se não tivessem ainda uma conta cadastrada.

Os engenheiros do Google afirmaram que apenas 0,08% de todos os usuários foram afetados pela falha, mas que já estão trabalhando em uma forma segura para restaurar os dados dessas contas, como anexos e mensagens. Até que o problema seja solucionado, as pessoas que tiveram suas contas deletadas não poderão acessar seus e-mails do Gmail.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/jovem/digital_news/noticias/google_deleta_150000_contas_do_gmail

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