jul 25

O Google Docs, popular suíte de produtividade baseada na Web, agora suporta arquivos com um tamanho máximo de até 10 GB. Antes da mudança, o tamanho máximo permitido por arquivo era de 1 GB.

O detalhe é que para poder usufruir do suporte para arquivos maiores, é necessário pagar pelo serviço de armazenamento do Google. Em sua versão mais barata, que custa US$ 5, o serviço de armazenamento oferece 20 GB de espaço. Outras opções e seus preços podem ser encontradas aqui.

Embora o usuário tenha pago pelo serviço de armazenamento, ele ainda encontrará algumas limitações (suporte para armazenamento apenas de vídeos, imagens e arquivos de áudio). Já os documentos em texto, apresentações e planilhas continuam com limite de tamanho de 1 MB, 10 MB e 20 MB, respectivamente.

A versão gratuita do Google Docs não sofreu alterações. O serviço ainda oferece 1 GB de espaço por usuário.

Fonte: http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Google-Docs-suporta-arquivos-com-ate-10GB_a42402_z396.aspx

jul 18

Donos de marcas registradas podem impedir que seus nomes sejam usados indevidamente com os novos domínios .xxx simplesmente bloqueando esses nomes, informou a ICM Registry, operadora de registros de domínio com sede na Flórida (EUA).

Como o domínio .xxx é reservado para entretenimento adulto, alguns donos de marcas registradas podem não querer vê-las associadas a esta categoria. O domínio foi criado no começo do ano pela Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann), entidade que determina quais domínios de topo existirão e quem será responsável por seu gerenciamento.

O domínio .xxx é um dos domínios de topo criados para representar uma comunidade específica – e que tem um patrocinador encarregado de formular políticas sobre assuntos ligados ao domínio. No caso, a Icann delegou a administração do .xxx à ICM.

Prazos
A ICM Registry afirmou no domingo (17/7) que concedeu aos proprietários de marcas registradas e detentores de propriedade intelectual (que não querem ter presença no domínio .xxx) um período chamado Sunrise B, entre 7 de setembro e 28 de outubro, no qual poderão exercer seu direito de ‘opt-out’ e bloquear o registro de suas marcas no domínio .xxx.

Este também é o prazo do Sunrise A, período em que donos de marcas e outras propriedades intelectuais possam registrar seus nomes em domínios .xxx.

Ao fim dos períodos Sunrise, se nenhum conflito de registro com os pedidos do grupo Sunrise A for detectado, os nomes “serão reservados (bloqueados)”, afirmou a ICM em seu site.

A empresa afirmou trabalhar de perto com empresas de registro de domínio que recebem pedidos de registro e de exclusão do .xxx.

Contudo, se interessados dos grupos Sunrise A e Sunrise B estiverem de olho em uma mesmo domínio, a prioridade será dada aos pedidos devidamente qualificados do grupo Sunrise A, explicou a ICM.

O interessado do grupo Sunrise A será avisado do interesse de alguém do grupo Sunrise B no mesmo nome de domínio e não poderá alegar desconhecimento em qualquer disputa futura entre os interessados dos dois grupos.

O serviço para que os donos bloqueiem suas marcas exigirá o pagamento de uma taxa única, mas a empresa não revelou seu valor. Este serviço não tem taxas anuais e estará disponível apenas aos detentores das marcas e durante o período de Sunrise.

Corrida do ouro
Depois do fim do período de Sunrise, um “período de corrida do ouro” entrará em vigor por 18 dias. Neste tempo, empresas da indústria de entretenimento adulto terão acesso premium aos endereços web .xxx restantes. O próximo estágio será a oferta geral dos endereços .xxx remanescentes.

O domínio .xxx tem atraído críticas de grupos religiosos e conservadores, bem como de donos de sites pornográficos, que sustentam que um domínio .xxx para entretenimento adulto pode ser segregado de outros sites que impedirão links para eles, e facilitarão a censura em alguns países.

A ICM afirmou que já recebeu 900 mil manifestações de interesse por nomes de domínio .xxx.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/07/18/donos-de-marcas-registradas-poderao-bloquear-seu-uso-em-dominios.xxx/

jul 8

Cinco grandes provedoras de banda larga dos Estados Unidos passarão a alertar clientes quanto ao compartilhamento ilegal de conteúdo quando este for identificado. Trata-se de um acordo negociado com as principais organizações da indústria do entretenimento.

Os alertas não significam que a conexão será cortada, mas, depois de alguns deles, o usuário será direcionado a uma página e forçado a contatar sua provedora para continuar a navegação. Outras iniciativas poderão surgir pra convencer o internauta a desistir de baixar gratuitamente arquivos protegidos por direito autoral.

Dentre as ações comentadas, a redução da velocidade de banda é uma possibilidade, ou a obrigação de que o internauta revise material educativo sobre propriedade intelectual. Elas, porém, só serão providenciadas depois que cinco avisos forem exibidos, afirmou Cary Sherman, presidente da RIAA – entidade que reúne as maiores gravadoras norte-americanas.

O sistema, porém, não funcionará como especulado anteriormente: três chances, e caso o internauta as desperdice, perde o acesso à Internet. De acordo com Thomas Dailey, vice-presidente da entidade e conselheiro da Verizon, as provedoras não controlarão o tráfego, mas tentarão educar o consumidor para que o compartilhamento ilegal de conteúdo diminua.

Os nomes dos clientes notificados ficarão em sigilo e não serão repassados às empresas proprietárias dos arquivos baixados. Para James Assey, vice-presidente da NCTA – organização que representa os provedores de banda larga – apesar do acordo, o número de envolvidos ainda é pequeno. A maioria das companhias preferiu não fazer parte do pacto.

Além da Verizon, outras quatro assinaram o contrato: AT&T, Comcast, Cablevision System e Time Warner Cable. A principal vantagem, de acordo com Sherman, é que os esforços serão unificados e contêm um componente educativo. “É um acordo histórico”, disse.

Além da RIAA, outras associações estão inseridas na parceria, como a Motion Picture Association of America – de filmes – e a Association of Independent Music – de música independente. Elas, porém, não abandonarão a postura de processar os usuários quando acharem necessário – ação a que a RIAA, por exemplo, recorre frequentemente.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/07/07/provedoras-americanas-alertarao-usuario-que-baixar-conteudo-ilegalmente/

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