fev 19

O Google recebeu aprovação para comprar e vender energia no mercado norte-americano, aumentando as opções de fornecimento energético para suas operações e abrindo portas para uma entrada no negócio de troca de energia.

A autorização foi pedida em dezembro a partir de uma subsidiária chamada Google Energy. A Comissão Reguladora Federal de Energia dos Estados Unidos (FERC) aprovou o pedido na quinta-feira (18/2), garantindo ao Google o direito de vender e comprar o recurso.

“Fizemos o pedido e agora temos mais flexibilidade para procurar energia para as operações do Google, incluindo data centers”, disse a representante da empresa, Niki Fenwick, via e-mail.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/02/19/google-recebe-aval-para-comprar-e-vender-energia-nos-estados-unidos/

fev 18

Nove características novas foram implantadas hoje no serviço de mapas do Google, através do Google Labs, o mesmo usado no Gmail. Nele é possível ativar as novas funções que podem se tornar padrão no serviço, caso sejam adotadas por uma grande parcela dos usuários, ou podem desaparecer com a mesma facilidade, caso ninguém as use.

Dentre as mais úteis está a habilidade de dar zoom numa área específica do mapa desenhando uma caixa no local que deverá ser ampliado. A função de procurar pelo que há de mais interessante na área ao buscar por “*” e a possibilidade de ver imagens áreas do local em que está sendo pesquisado (disponível apenas em algumas cidades, por enquanto).

Já dentre as funções não tão úteis estão a possibilidade de virar o mapa de cabeça para baixo, a habilidade de colocar de volta a marca ‘beta’ na logomarca do serviço e um jogo chamado “Onde no Mundo”, que testa os conhecimentos geográficos do usuário ao pedir que ele adivinhe o nome do país mostrado na tela.

Fonte: http://imasters.uol.com.br/noticia/15918/tecnologia/maps_ganha_funcoes_extras_e_jogo_atraves_do_google_labs/

fev 12

Peter Sunde, co-fundador do The Pirate Bay, lançou um novo serviço com o objetivo de revolucionar a forma como as pessoas pagam e são pagas por conteúdo na internet.

O serviço Flattr funciona da seguinte forma: os usuários carregam suas contas com um baixo valor (como US$3) e o distribuem para usuários cujo conteúdo lhe é agradável.

Os artigos que receberam mais classificações ganharão uma parte do dinheiro dos usuários que deram as classificações. Segundo Sunde, o Flattr poderá fazer parcerias com outras redes sociais, embora o objetivo seja fazer um sistema o mais aberto possível.

O Flattr aceita PayPal, Payson e mensagens de texto como forma de pagamento.

Fonte: http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Fundador-do-Pirate-Bay-lanca-rede-social-de-pagamentos_a37979_z396.aspx

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