nov 20

Anunciado pela primeira vez em julho, o Chrome OS foi apresentado oficialmente ontem. Trata-se de um sistema operacional open source leve baseado em Linux, voltado àqueles que passam a maior parte do seu tempo na internet e desenvolvido para netbooks.

Entretanto, o lançamento é, inicialmente, apenas para desenvolvedores e, segundo o Google, o sistema estará aberto para usuários daqui a um ano. Essa antecipação acontece para que o Google se envolva com parceiros, com a comunidade open source e com desenvolvedores.

O Chrome OS inclui o código base do Google, experimentos com interface do usuário e alguns designs iniciais.

De acordo com o Google Blog, todos os aplicativos do serviço serão web, o que vai fazer com que os usuários não tenham que lidar com instalação ou updates de programas.

Em relação à segurança, o Chrome OS roda cada programa de maneira isolada, o que promete dificultar a ação de quaisquer programas mal intencionados. Além disso, a cada boot, ele confere a integridade de seu código-fonte e se identificar algo errado, consegue se “curar” sozinho.

Outro ponto que ganhou atenção especial foi a velocidade. O Google está tirando do sistema todo processo desnecessário, otimizando várias operações. Na prática, isso significa ligar o computador e acessar a internet em segundos. Além disso, a companhia está dando prioridade a hardware que possa proporcionar uma experiência mais rápida com o Chrome OS.

O sistema operacional estará disponível para consumidores no próximo ano. De acordo com o Tecnoblog, não há uma versão beta disponível para download.

Fonte: http://imasters.uol.com.br/noticia/15060/desenvolvimento/projeto_google_chrome_os_e_apresentado_oficialmente/

nov 19

Cientistas da IBM conseguiram replicar o funcionamento do córtex cerebral de um gato doméstico usando um supercomputador. A empresa anunciou durante a conferência SC09 que conseguiu um grande avanço rumo à criação de um computador que pode simular o cérebro de um organismo vivo com habilidades de percepção, ação, interação e cognição.

Os cientistas do IBM Research, juntamente com o Lawrence Berkeley National Lab, conseguiram fazer a primeira simulação “quase em tempo real” do cérebro de um gato que possui 1 bilhão de neurônios e 10 trilhões de sinapses de aprendizagem.

A simulação foi feita pelo supercomputador Blue Gene/P, que tem 147.456 processadores e 144 terabytes de memória. Parece uma quantidade enorme de hardware para replicar “apenas” o cérebro de um gato, mas considerando que o computador tem que replicar trilhões de sinapses em bilhões de neurônios, a IBM precisa de toda a potência que puder conseguir.

Mesmo com todo este hardware, a simulação não chega a ser uma verdadeira inteligência artificial. O computador está apenas rastreando o modo como a atividade cerebral do gato flui e como os pensamentos são formados, e a simulação está sendo executada em uma velocidade bem menor – cerca de 100 a 1.000 vezes menor do que no atual cérebro do animal.

E é claro que o computador também não age como um gato.

Fonte: http://www.baboo.com.br/absolutenm/templates/content.asp?articleid=37010&zoneid=221&resumo=

nov 18

A Justiça da China proibiu a Microsoft de comercializar o sistema operacional Windows no mercado chinês após acusações de plágio de fontes usadas no software.

Decisão divulgada pela Corte Intermediária Número 1 de Pequim nesta quarta-feira (18/11) exigiu que a Microsoft tirasse do mercado e parasse de vender as versões 98, 2000, 2003 e XP do sistema Windows em chinês.

A Microsoft foi alvo de acusações de plágio por usar fontes nos sistemas formuladas originalmente pela empresa chinesa Zhongyi Electronic sem o devido pagamento de direitos autorais.

Comunicado publicado no site da Zhongyi Electronic afirma que a Microsoft fechou contrato para usar as fontes em 1994 para o Windows 95.

A gigante de software, porém, continuou a usar as fontes nas versões posteriores, o que se configura plágio, segundo o jornal China Daily.

O processo foi iniciado pela Zhongyi Electronic em 2007, com a apelação da Microsoft pedindo que o conselho do Escritório Estadual de Propriedade Intelectual da China examinasse novamente a patente da empresa.

Após ter seu pedido rejeitado, a Microsoft processou o escritório de propriedade intelectual no mesmo tribunal que agora proíbe a venda do Windows. O tribunal também rejeitou o processo iniciado pela Microsoft.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/11/18/china-proibe-microsoft-de-vender-windows-apos-acusacao-de-plagio/

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