mai 19

Levantamento da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) mostra uma queda de 47,7% na venda de computadores desde o terceiro trimestre de 2008, quando a crise se agravou, até março de 2009. Comparando o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano anterior, a queda é de 12%.

“Não voltaremos aos patamares de antes da crise”, diz Ivair Rodrigues, diretor da IT Data, consultoria responsável pelo estudo para a associação.

No terceiro trimestre de 2008, as vendas de computadores (PCs e notebooks) foram de 3,276 milhões de unidades. Esse número vinha caindo consecutivamente e, em março passado, fechou em 2,217 milhões.

A primeira explicação é a alta de preços. Estima-se que, na média, os computadores ficaram entre 20% e 25% mais caros entre setembro de 2008 e março passado. Isso porque seus componentes, a maior parte importados, sofreram alta com a variação cambial (o dólar ficou mais caro).

A desvalorização cambial afetou o setor, mas o principal impacto da alta dos preços foi a falta de peças no mercado. “Em 2008, os fornecedores de insumos registraram prejuízos e cortaram a oferta. Isso pressionou os preços dos equipamentos”, diz Rodrigues. Com a queda nas vendas, a indústria de computadores diminuiu as encomendas. Resultado: para se protegerem, os fornecedores cortaram a produção.

Hugo Valério, diretor de Informática da Abinee, diz não acreditar que esse problema tenha afetado o Brasil. “Não faltaram insumos”, diz. “Talvez para alguma empresa que já estava em dificuldades na hora de negociar contratos, devido à escassez de crédito na praça.”

“Já estamos assistindo a uma retomada. Devemos fechar 2009 com 12 milhões de unidades vendidas”, diz. Para o IT Data, a conta fechará em 10,7 milhões de computadores comercializados, em 2009, contra 11,7 milhões, em 2008.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u568069.shtml

mai 15

Um novo ataque atingiu usuários da rede social Facebook na quinta-feira (14/05). Um porta-voz do site declarou ao jornal The New York Times que a fraude não foi disseminada e afetou apenas uma pequena porcentagem de usuários.

A fraude enviou mensagens para os usuários com a mesma aparência das páginas da rede social. O e-mail induzia o leitor a clicar em um link que levava a uma página que se fazia passar pelo Facebook. Ao preencher dados de login e senha no site falso, o usuário tinha sua conta invadida, a qual era usada para enviar e-mails para mais pessoas a fim de obter mais dados pessoais.

O Facebook está bloqueando links para novos sites de “phishing” (sites fraudulentos), bem como limpando mensagens e posts falsos nos murais da rede social e refazendo as senhas dos usuários afetados.

Diferente dos típicos phishings, os últimos ataques aos usuários do Facebook não instalam códigos maliciosos ou vírus nos computadores da vítima. Segundo especialistas, o objetivo das fraudes recentes está mais relacionado a adquirir dados pessoais disponíveis nos perfis que podem ser úteis para roubo de identidade.

O simples roubo da senha em uma rede social pode dar acesso ao e-mail pessoal do usuário, pois muitas pessoas usam a mesma senha para todos os serviços online nos quais estão cadastradas.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/05/15/novo-ataque-imita-e-mail-do-facebook-e-rouba-senha-de-usuarios/

mai 14

O buscador de conteúdos multimídia, The Pirate Bay, está enfrentado a pressão da justiça da Suécia para honrar o pagamento da multa de 3,6 milhões de dólares resultante de sua condenação, em meados de abril, por colaborar com a oferta de conteúdos ilegais.

De acordo com uma notícia do site Ars Technica publicada na quarta-feira (13/05), o advogado de defesa do The Pirate Bay, Peter Sunde Kolmissoppi, informou ter recebido cartas dos coletores de débito do governo sueco exigindo o pagamento de metade do valor da multa o mais rápido possível.

O buscador de conteúdos multimídia, The Pirate Bay, está enfrentado a pressão da justiça da Suécia para honrar o pagamento da multa de 3,6 milhões de dólares resultante de sua condenação, em meados de abril, por colaborar com a oferta de conteúdos ilegais.

De acordo com uma notícia do site Ars Technica publicada na quarta-feira (13/05), o advogado de defesa do The Pirate Bay, Peter Sunde Kolmissoppi, informou ter recebido cartas dos coletores de débito do governo sueco exigindo o pagamento de metade do valor da multa o mais rápido possível.

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