abr 24
Yahoo vai eliminar o GeoCities
icon1 Revenda de Hospedagem | icon2 Mercado | icon4 04 24th, 2009| icon3Sem comentarios »

O Yahoo vai fechar o GeoCities, serviço gratuito que hospeda páginas pessoais de consumidores. A unidade foi adquirida por mais de 4 bilhões de dólares 10 anos atrás, no auge do boom da Internet.

Uma nota na página de assistência do GeoCities anunciava que o serviço não aceitaria mais novos assinantes, a partir desta quinta-feira, e que seria fechado antes do final do ano. Detalhes adicionais sobre como os usuários poderão preservar os dados hospedados no serviço serão divulgados dentro de alguns meses.

A medida surgiu alguns dias depois que o Yahoo anunciou a demissão de quase 700 funcionários, ou cinco por cento de sua força de trabalho.

Desde que Carol Bartz assumiu como presidente-executiva, em janeiro, o Yahoo vem podando diversos produtos e propriedades, a fim de cortar custos e se concentrar em fundamentos, à medida que procura reanimar o crescimento em uma economia difícil e diante da feroz concorrência do Google.

Na semana passada, o Yahoo anunciou o fechamento do Jumpcut, um serviço online de edição de vídeos.

O Yahoo adquiriu o GeoCities em 1999, em uma transação com pagamento em ações avaliada em 4,6 bilhões de dólares, reportou a Reuters na época.

O GeoCities esteve entre as primeiras empresas a construir comunidades online, e no final dos anos 90 seu serviço hospedava mais de 3,5 milhões de sites pessoais.

Mas o GeoCities perdeu prestígio nos últimos anos diante de uma nova geração de sites de redes sociais como o Facebook e o MySpace, da News Corp., que ganharam popularidade entre os internautas.

“Decidimos descontinuar a assinatura de novos usuários para o GeoCities, porque nosso foco será ajudar nossos clientes a explorar e construir novos relacionamentos online de outras maneiras”, informou o Yahoo em comunicado.

“Como parte dos atuais esforços do Yahoo para construir produtos e serviços que propiciem a melhor experiência possível aos consumidores e os melhores resultados para os anunciantes, estamos ampliando os investimentos em algumas áreas e cortando em outras”, afirmava o comunicado.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia,yahoo-vai-eliminar-o-geocities,359437,0.htm

abr 23

Chris DeWolfe e Tom Anderson, fundadores do MySpace, vão deixar a direção da rede social, que pertence à News Corp. Em nota, a empresa afirma que a saída de DeWolfe, que não terá o contrato renovado, se deu em “comum acordo”, já Anderson está em negociações para “assumir um novo cargo na companhia”.

Os executivos foram responsáveis pela criação do MySpace, que foi lançado em 2003 e comprado pela NewsCorp em 2005, por US$ 580 milhões.

A saída dos dois representa uma tentativa da empresa de aumentar os lucros obtidos pela rede social –assim como concorrentes como o Facebook, o site explodiu em popularidade, mas enfrenta dificuldades para gerar a receita necessária para se manter como um negócio rentável no longo prazo.

Além disso, o MySpace tem dificuldades para concorrer com o Facebook. O site da News Corp ainda é líder entre as redes sociais nos Estados Unidos, mas sua audiência está em queda, segundo a consultoria comScore. No ano passado, o MySpace perdeu o posto de maior rede social do mundo para o Facebook.

“Em pouco menos de seus anos nós fizemos com que o MySpace passasse de uma pequena empresa com sete empregados para um negócio bastante rentável com 1.600 funcionários”, afirmou DeWolfe, em nota. “Eu amo esse negócio e quero ir adiante para o próximo capítulo.”

De acordo com o jornal “Wall Street Journal”, Owen Van Natta, ex-diretor de operações do Facebook, está em negociações para assumir a vaga de DeWolfe. Ele ficaria subordinado a Jon Miller, ex-executivo-chefe da AOL que foi contratado pela News Corp para dirigir seus negócios para a área digital, com a missão de “levantar” o MySpace.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u555044.shtml

abr 22

Crackers invadiram os computadores do Departamento de Defesa dos Estados Unidos e baixaram grandes quantidades de dados sobre o F-35 Joint Strike Fighter, um projeto secreto no valor de 300 bilhões de dólares sobre uma aeronave ainda em desenvolvimento.

De acordo com uma reportagem do Wall Street Journal publicada na terça-feira (21/04), foram roubados terabytes de arquivos relacionados aos sistemas eletrônicos do F-35.

Oficiais do Pentágono declararam que os ataques não comprometeram os dados mais importantes do projeto, pois os mesmos não estão armazenados em computadores conectados à internet.

Na reportagem, não ficou claro como os invasores poderiam conseguir baixar tantos dados sem serem descobertos. O jornal também sugeriu que a China estaria por trás do roubo de informações, mas os invasores ainda não foram identificados.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/04/22/crackers-invadem-computadores-do-pentagono-e-roubam-dados-secretos/

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