nov 27

A GVT, única operadora de telefonia listada no Novo Mercado, informou nesta quarta-feira que começará a atuar em Betim, terceira cidade de Minas Gerais em que a companhia estréia seus serviços de telefonia e banda larga desde o ano passado.

Segundo a empresa, o investimento no município foi de 5,5 milhões de reais para a implementação da rede e o lançamento comercial.

Sete anos depois de se estabelecer na região da Brasil Telecom, de quem é “espelho” –operadora que não tem concessão pública, mas atua na mesma região de uma outra–, a GVT começou a estender sua presença para outras regiões.

A primeira delas foi Belo Horizonte, em setembro de 2007. Hoje, também está em Salvador (BA) e Contagem (MG).

De acordo com comunicado da GVT à imprensa, a cidade de Betim, com 420 mil habitantes, “foi selecionada para receber os serviços depois de pesquisas e análises mercadológicas que revelaram o alto potencial da cidade”.

Segundo a operadora, dados da prefeitura local mostram que a cidade irá registrar “o maior crescimento de sua história nos próximos cinco anos”.

No terceiro trimestre, segundo balanço, a GVT tinha 1,74 milhão de linhas em serviço, algo como 5 por cento do total de linhas fixas do país. Considerando somente as cidades em que atua, a participação sobe para 15 por cento.

A empresa tem licença para atuar em todo o Brasil, mas a estratégia é selecionar as cidades com maior potencial de mercado.

nov 25

A empresa norte-americana de tecnologia Google anunciou a redução do quadro de trabalhadores terceirizados e prestadores de serviços. A medida, que vem no bojo na crise mundial, não tem a intenção de demitir trabalhadores contratados, diz a empresa.

“Pensamos [na supressão de contratos assinados] há algum tempo, antes mesmo da fase aguda da crise econômica”, disse a porta-voz Jane Penner ao “Wall Street Journal”.

A companhia da Califórnia não revelou quantos contratos seriam revistos. Ainda segundo o Wall Street Journal, Google terminou o terceiro trimestre com 20.123 prestadores de serviços, além de 10 mil contratados. Nos últimos dias, a empresa já havia anunciado o corte de gastos com festas de Natal.

Na primeira quinzena de novembro, as ações do Google caíram 6,5%, e ficaram abaixo dos US$ 300 pela primeira vez desde o fim de 2005 –os papéis da empresa já perderam 50% do valor neste ano na bolsa eletrônica Nasdaq. Analistas afirmam que a crise financeira mundial causou impacto no orçamento publicitário das empresas, afetando o principal negócio do Google, os links patrocinados.

À época, a empresa já pensava em medidas para cortar gastos –havia mudado sua política sobre a alimentação dos funcionários, restringido comida grátis, entre guloseimas e refeições.

O Google registrou um lucro líquido de US$ 1,346 bilhão no terceiro trimestre deste ano, um aumento de 26% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números superaram as expectativas dos analistas, que tinham previsto que a crise econômica e a recuperação do dólar já afetariam o site de buscas.

nov 25

A IBM anunciou um serviço que pretende ajudar a implementar negócios baseados em computação em nuvem. Os novos planos da Big Blue para a arquitetura de entrega de soluções baseada na internet contemplam modelo econômico, projeto e implantação de tecnologias no modelo de cloud computing.

“A estratégia para esse tipo de arquitetura precisa estar conectada aos objetivos de negócios de cada empresa”, comentou Willy Chiu, vice-presidente para soluções sob demanda e de alta performance da companhia.

No discurso, a fabricante afirma que a computação em nuvem, se aplicada corretamente, ajudaria as empresas a reduzir em até 60% os gastos com energia elétrica e refrigeração de sua infra-estrutura de informática, além de diminuir a quantidade de investimento em hardwares. Como resultado, tal abordagem de TI Verde empregada à tecnologia vem ganhando popularidade.

A estratégia de cloud computing da IBM também é endereçada para clientes de fora dos Estados Unidos. A companhia já trabalha, por exemplo, em projetos na China. Além disso, a fabricante possui 13 centros espalhados pelo mundo capazes de oferecer soluções em nuvem.

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