ago 25

O Google continuou a ganhar espaço no mercado de buscas dos Estados Unidos às custas de seus rivais, segundo a ComScore. Em julho, os americanos fizeram 11,8 bilhões de buscas, um aumento de 2% em relação a junho.

O Google respondeu por 61,9% do total, um avanço de 0,4 pontos porcentuais. O Yahoo teve participação de 20,5%, uma queda dos mesmos 0,4 pontos. Já a parcela da Microsoft, foi 0,3 pontos porcentuais menor que a de julho, caindo para 8,9% do mercado. Em números, isso significa que o Google realizou 7,3 bilhões de buscas (aumento de 2%), o Yahoo 2,4 bilhões e a Microsoft um bilhão.

A Ask Network e a AOL viram suas participações subirem 0,2 e 0,1 pontos porcentuais, respectivamente, dando a elas 4,5% e 4,2% do mercado dos EUA.

Os números podem ser decepcionantes para a Microsoft, que em Maio, lançou o Live Search cashback, programa que “paga” usuários por suas buscas. No primeiro mês, o programa parece ter funcionado, elevando a participação da empresa para 9,2% do mercado em junho. Com a queda em julho, no entanto, a empresa está praticamente de volta onde começou. Com o arrocho da economia americana, no entanto, pode-se esperar que o programa de vale-compras tenha um impacto nos proximos meses.

ago 25

A banda larga poderá se tornar um serviço público no Brasil, para que haja um melhor controle da qualidade e do atendimento. A possibilidade foi avaliada na sexta-feira (22/08), em reunião do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com representantes das operadoras de telefonia.

Hoje, a banda larga é regulamentada como um Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), ou seja, como serviço privado. Esta semana, a indicada pelo governo para compor o Conselho Diretor da Anatel, Emília Ribeiro, defendeu que a banda larga passe a ser um serviço público no país.

O presidente da Oi, Luís Eduardo Falco, criticou a idéia e lembrou que já existe uma previsão para que a banda larga chegue em todas as redes municipais até 2010. “Não vejo nenhuma vantagem no regime público, normalmente ele tende a engessar algumas dinâmicas de mercado que já estão colocadas e já têm data para acontecer”, afirmou.

O presidente da Brasil Telecom, Ricardo Knoepfelmacher, lembrou a alta carga tributária do setor de telefonia e disse que é preciso ter cuidado para que isso não aconteça também na banda larga.

“Antes que os estados se acostumem com essa nova receita, a gente deveria fazer alguma coisa para impedir que novamente se crie uma situação que depois seja imutável”, alertou. Ele disse que 70% do faturamento da Brasil Telecom ainda é baseado na telefonia fixa e garantiu que as empresas privadas já têm o compromisso de garantir a qualidade do serviço.

A preocupação com os impostos sobre a banda larga também foi manifestada pelo presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente. “Todos nós devemos lutar para que os serviços que estão nascendo não se coloquem no mercado com uma carga tributária desproporcional”, disse.

Para ele, as concessionárias de telefonia cumpriram a maioria dos objetivos previstos com a privatização do setor. “Eu sou da época em que a gente colocava o telefone na declaração do Imposto de Renda”, lembra.

O presidente do Conselho Consultivo da Anatel, Vilson Vedana, que representa a Câmara dos Deputados, disse que a banda larga é o serviço do futuro, desejado pela sociedade. “Qualquer garoto de 17 anos quer ter computador em casa ligado à internet. Telefone é bom, vai ser importantíssimo no futuro, mas talvez dentro do tráfego de dados da rede, ele venha a representar 10%, 5% ou 1%”, afirmou.

ago 22
Traffic shaping se fortalece nos EUA
icon1 Revenda de Hospedagem | icon2 Mercado | icon4 08 22nd, 2008| icon3Sem comentarios »

A operadora, Frontier Communications, é um dos provedores de serviço de internet (da sigla em inglês ISPs) que estão restringindo o tráfego nas suas redes, ou no mínimo obrigando usuários que fazem muitos downloads a pagarem mais.

As conseqüências dessa prática pode afetar não apenas os consumidores – que deverão prestar atenção à quantidade de informações que está sendo movimentada pela sua conexão – mas também empresas que pretendem transmitir filmes e arquivos pesados pela rede.

As empresas de cabo são as que mais impõem limites de uso, porque suas linhas são compartilhadas com outros serviços. O plano da Frontier chama a atenção porque ela é uma empresa de telefonia e fixou um limite de dados tão baixo quanto o das suas rivais de cabo: 5GB pó mês, o equivalente a três filmes de alta qualidade.

“Se eles reduzirem os limites iremos trocar de serviço”, reclamou Distaffen.

Mas se a opção de Distaffen for a Time Warner, por exemplo, é melhor ele nem ter o trabalho de fazer a alteração, porque a empresa a cabo está experimentando também um limite de 5GB mensais, no Texas, cobrando mais 1 dólar por cada gigabyte excedente, com um máximo de 40 gigabytes por mês. Dependendo da reação dos consumidores, a Time Warner aplicará a mesma política no resto dos EUA.

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